Foto: Bebel Ritzmann

O curitibano casado com Fabiola Mann Pereira e pai de Vitor, nascido em 28 de abril de 1974, filho do engenheiro agrônomo Luiz Carlos dos Santos e Júlia Moreira dos Santos, cursou o ensino fundamental no Colégio Bom Jesus, o médio no Positivo e se graduou em Comunicação Social — Jornalismo na PUCPR em 1995.

Em meados de 1990, começou a colaborar em jornais da Região Metropolitana de Curitiba. Logo depois, conheceu os escritores Ernani Buchmann, Paulo Venturelli, Roberto Gomes, Wilson Bueno e seu padrinho literário, Jamil Snege. Fez uma passagem pela revista Top Magazine, atual Top View e, entre 2000 e 2002, trabalhou na Imprensa Oficial do Paraná durante a gestão de Miguel Sanches Neto. Em 2003, entrou na Travessa dos Editores, empresa de Fábio Campana. Atuou na revista Ideias desde o primeiro número, nas funções de revisor, repórter e, finalmente, secretário de redação. Também participou da edição de livros e publicou entrevistas e contos na revista EtCetera.

Recebeu o grau de mestre, em 2005, pela dissertação sobre a presença de personagens intelectuais na ficção do escritor paranaense Newton Sampaio, apresentada à Universidade Federal do Paraná.

Contratado pela Gazeta do Povo, atuou no Caderno G entre 2007 e 2011, quando foi convidado pelo secretário da Cultura do Paraná da época, Paulino Viapiana, para a assessoria de comunicação do Museu Oscar Niemeyer. No ano seguinte, iniciou no Núcleo de Edições da SEEC, na Biblioteca Pública do Paraná, produzindo reportagens, livros e entrevistas para o Cândido, jornal da instituição, além de colaborar na assessoria de imprensa.

Apesar da pouca idade, é autor de sete livros de contos: Minda-au (2010), Golegolegolegolegah! (2013), 2,99 (2014), Mais laiquis (2015), Finalmente Hoje (2016), Outras Dezessete Noites (2017) e A Certeza das Coisas Impossíveis (2018). Tem um conto incluído na antologia O Livro Branco (2012), e, em 2013, teve uma de suas narrativas traduzida e publicada na Alemanha, no livro Wir sind bereit. Em 2015, foi um dos convidados do 5.º Festival Nacional do Conto.

Também produz não ficção, como o Dicionário Amoroso de Curitiba (2014), com verbetes sobre a capital paranaense, e Todo Dia Nunca Igual, história do jornal Gazeta do Povo (2010), em parceria com José Carlos Fernandes.

Eleito para a Academia em 11 de abril de 2018, tomará posse em breve.

Patrono: Ricardo Pereira de Lemos (1871-1932)
Fundador: Heitor Stockler de França (1888-1975)
1.º Ocupante: Apollo Taborda França (1926-2017)